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A proposta desta série de posts é, após apresentar os objetivos gerais do Plano Regional da Região Escoteira Interamericana 2011-2014 Um Novo Acordo Para Cescer, trabalhar detalhadamente cada um dos objetivos, tentando aplicá-los a realidade dos Escoteiros do Brasil.

Qual a razão desta proposta? Levar ao conhecimento do maior número possível de Escotistas, para que o Plano Regional seja uma realidade, tanto no controle das práticas educativas, de gestão dos Grupos Escoteiros, como na forma com a qual encaramos o voluntariado.

Os objetivos destacados neste post são: Transformar as estruturas Regionais e Nacionais em instâncias flexíveis e democráticas orientadas ao crescimento e ao serviço do Movimento Escoteiro. Seus objetivos específicos estão assim elencados:

a3) Fortalecer os processos de planejamento estratégico na Região, de forma que estes sejam levados a cabo da melhor maneira, alinhados à Estratégia Mundial e Regional e que sirvam de pauta para as ações a desenvolver em todos os níveis;

b3) Implementar os processos para tomada de decisão na Região em todos os níveis, para que estes sejam levados à cabo de maneira democrática e participativa, privilegiando o envolvimento dos jovens;

c3) Desenvolver sistemas de avaliação que permitam analisar o desempenho das estruturas e realizar os ajustes necessários para que estas sejam flexíveis, orientadas ao crescimento e ao serviço do Movimento Escoteiro;

Fácil pensar que, neste ponto, os Escotistas em geral nada tem a acrescentar. Entretanto, devemos estar cientes do papel do Grupo Escoteiro, pois deve ser o berço da democracia e da flexibilização para que o Movimento Escoteiro possa crescer com a qualidade que todos desejamos. Além disso, são ótimos exemplos para as futuras gerações, que conseguem vivenciar isso no dia-a-dia escoteiro.

Claro que, para que isso ocorra, cada um de nós tem que fazer a sua parte. Os educadores escoteiros devem estar cientes do que está sendo proposto no Planejamento Estratégico dos Escoteiros do Brasil. Mais do que isso, devem ser sujeitos ativos dos planos de ação, capazes de concretizar as metas propostas.

Logo, pensar que, trabalhando num ramo qualquer do Grupo Escoteiro, não preciso me preocupar com o Plano Regional ou com o Planejamento Estratégico, pode fazer com que todo o esforço dos demais acabe não trazendo resultados esperados: crescimento com qualidade.

Vamos pensar e refletir muito sobre isso!

O último objetivo geral constante do Plano Regional é Desenvolver comunicações efetivas que fortaleçam a imagem do Movimento Escoteiro ante a sociedade, permitam estabelecer alianças estratégicas e ajudem a consolidar os processos e relações entre os distintos níveis da estrutura Regional e Nacional, tendo como objetivos específicos:

a4) Facilitar as comunicações bilaterais e multilaterais entre as Organizações Escoteiras Nacionais da Região, criando e compartilhando conhecimento entre elas;

b4) Fortalecer a imagem do Movimento Escoteiro na Região com base na Política Mundial de Imagem e Marca Escoteira;

c4) Estabelecer alianças de cooperação com organizações que representem interesse estratégico para o Movimento Escoteiro.

Para correta compreensão deste objetivo, é necessário dar-se conta, como antes referimos, que as ações positivas podem e devem ter seu início no nível da Unidade Escoteira Local.

É possível que o Grupo Escoteiro crie ou fortaleça vínculos ou alianças de cooperação com outras organizações, que sejam afetas aos objetivos do Movimento Escoteiro.

O passo inicial pode ser por meio do levantamento das necessidades da comunidade na qual o Grupo Escoteiro está inserido e, com base nisto, criar ou fortalecer projetos nos quais possamos estar ativamente inseridos.

E depois? Desmistificar que a boa ação escoteira deve ser feita em silêncio e sem divulgação. Se estamos fazendo, devemos divulgar nossas ações.

O trabalho responsável, corretamente divulgado, facilita a criação de vínculos com organizações governamentais ou não, que, seguramente, terão interesse em ter como parceiro uma instituição centenária, preocupada com a educação permanente  e prática  das crianças e jovens, para a vida.

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