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Dia destes estava lendo algumas críticas, no jornal, sobre a atuação da Seleção Brasileira. Havia um interessante comentário sobre a dedicação para ser jogador da Seleção.

Em dado momento, referia, o jornal, sobre a Lei de Dunga (nosso ex-técnico). Dizia esta lei, na Era Dunga, que o jogador não pode entrar na Seleção apenas com o corpo. Ele precisa estar de cabeça, alma e coração.

Achei muito interessante e totalmente aplicável ao Movimento Escoteiro (gostemos ou não do Dunga), pois, não importa que as crianças e jovens sejam escoteiros apenas de corpo, ou como costumamos dizer, apenas quando estão de uniforme.

A educação recebida no Movimento Escoteiro tem que servir para o dia-a-dia, para todas as tarefas da casa e na escola. Os artigos da Lei Escoteira devem servir de linha de conduta, sempre! Mesmo quando não estamos de uniforme, afinal, nosso objetivo é a formação do caráter e a fixação dos valores necessários ao equilíbrio e ao bom desenvolvimento do cidadão.

Não é a toa que o Escotismo é educação para a vida!

Mas como ensinar isso ao jovem? Tenho uma dica, que não é de minha autoria, mas que utilizo como se fosse: nós, adultos e educadores, temos que VIVER o Escotismo. Somente com a educação pelo exemplo é que seremos capazes de reforçar, nas crianças e jovens, os valores almejados.

Digo valores almejados, mas é oportuno esclarecer que estes não são almejados apenas pelo Movimento Escoteiro, como se fossem utópicos, mas pela sociedade/comunidade, que espera pessoas moralmente retas e que sejam sujeitos ativos no desenvolvimento social, preocupados com o próximo.

Acredito, como educador, que esta deve ser nossa meta: demonstrar as crianças e jovens que nós seguimos na Lei de Dunga e estamos inseridos no Movimento Escoteiro de cabeça, alma e coração.

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