Mais do que leitura, este post propõe reflexão e troca de idéias, para que possamos chegar a um consenso sobre o que vem a ser sustentabilidade, na visão do Escotismo.

Digo isto, pois, sabemos que tanto sustentabilidade, quanto responsabilidade social são os assuntos que têm dado a tônica das discussões sobre o desenvolvimento do Brasil. E quando falamos em desenvolvimento, temos que pensar na abrangência desta questão no país como um todo (macro) e nas especificidades de cada municipalidade (micro), onde os Grupos Escoteiros estão inseridos.

Sabe-se que o termo responsabilidade social tem sido comumente empregado para definir o investimento de empresas em projetos e programas sociais. Entretanto, não podemos nos equivocar, ao limitar a utilização do termo sustentabilidade como o cuidado com o meio ambiente e práticas ecologicamente corretas.

A responsabilidade social é algo maior, podendo ser entendida como um sentimento que precisa ser desenvolvido em cada ser humano e que pode ser visto como um investimento social e humano.

Para tanto, se faz necessária a construção de um novo modelo de sociedade – sustentável. E isto, passa, necessariamente, pela integração das dimensões social, ambiental, econômica e cultural.

Como e quanto o Movimento Escoteiro está inserido ou pode se inserir para a criação de ambientes onde a sustentabilidade é o norte? Como podemos oferecer o Escotismo como alternativa cultural e educacional para a efetivação das práticas que visam a responsabilidade social?

Mais: como podemos qualificar nossos educadores para que sejam atores do desenvolvimento, capazes de transmitir às crianças e jovens estes valores?

São questões que trago aos leitores do blog. E, como disse ao prinçípio, gostaria de ouvir a opinião de cada um, para que façamos deste um fórum de discussão, para que possamos levar a dúvida e os questionamentos aos Grupos Escoteiros, na certeza que de lá sairão as melhores respostas.

Sua colaboração é essencial para que estes post alcance seu objetivo.

Divida suas idéias, deixe seu comentário. Assim, crescemos todos!

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