Tags

, , , , , , , , , , , , , , , ,

O editorial do jornal Zero Hora falava, dia atrás, abordava a ascensão do Brasil como potência econômica, que ultrapassou o Reino Unido e ocupou o sexto lugar no ranking elaborado pelo Centro de Pesquisas Econômicas e Negócios, de Londres.

Esta informação, muito divulgada na mídia, me fez recordar os textos que havia lido, semanas antes, no blog do Conselheiro Nacional Altamiro Vilhena (altamironocan.wordpress.com), apresentando uma síntese da pesquisa do Conselheiro Nacional Ricardo Coelho.

Este trabalho, acerca dos escoteiros no Brasil, compara o resultado de nossa instituição em 2010 com os dados censo nacional, realizado pelo IBGE.

De forma muito positiva, o crescimento do Movimento Escoteiro no Brasil é palpável e tem sido comemorado por diversos Dirigentes e pelas Regiões Escoteiras.

Particularmente, acredito que está ligado ao aumento da qualidade de vida, estabilidade econômica e da preocupação geral com o nível de educação dos brasileiros. Índices que movimentaram, para cima, o Brasil no ranking de potências econômicas.

Entretanto, entendo que devemos ficar atentos às providências necessárias para que esta curva ascendente não seja descontinuada, assim como referia o jornal ZH, com respeito ao crescimento do país.

Conquistas importantes, como as obtidas pelo Brasil, no cenário mundial, e pelo Movimento Escoteiro Brasileiro perante a Organização Mundial do Movimento Escoteiro e os diversos países, ao sediar a Conferência Escoteira Mundial, realizada no início do ano passado, devem ser celebradas.

Escoteiros Kaingang Futebol Clube - Década de 1940

Mas, não devemos parar na comemoração e no sucesso daquele evento. Devemos tomar tais conquistas como um incentivo maior à consolidação do Escotismo, como fator de modificação social e cultural. Devemos solidificar, ainda mais, nossas bases como importante movimento educacional, voluntário e acessível a todos.

Voltando à estatística contida na pesquisa e no alardeado crescimento econômico nacional, aproveitando os bons ventos que nos levam adiante, entendo que os Escotistas e Dirigentes de Grupos Escoteiros precisam engajar-se, dedicando-se com afinco para que o Planejamento Estratégico seja uma realidade do Escotismo Brasileiro.

Cada um destes sujeitos deve ser partícipe das necessárias alterações de rumo que surgirão, inclusive para que possam entender os reflexos benéficos que advirão ao longo dos anos.

Mas, para tal, é necessário que estejam inseridos no processo, que sejam consultados e que possam expor idéias, sugerir ou propor adequações.

Desta forma, será possível continuar promovendo reformas estruturais que garantam um desenvolvimento sustentável da nossa instituição, cujo reflexo será a continuidade do crescimento quantitativo e qualitativo do Escotismo Brasileiro.

Anúncios