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Sei que é um filme velho, de um gênero que nem sempre agrada, mas a comédia romântica Como se fosse a primeira vez, que passava pela milésima vez na TV acabou me dando um clique sobre a postura do educador do Movimento Escoteiro.

O que esse filme tem a ver com o Movimento Escoteiro? Tudo.

Querem ver?

Vamos transportar um Escotista para dentro do filme, no papel do Adam Sandler. Feito isso, transportamos uma criança ou jovem (não importa se ela pertence ou não ao Movimento Escoteiro) no papel da Drew Barrymore.

Agora, a cada novo dia, o Escotista terá que bolar a atividade escoteira capaz de instigar a criança ou o jovem a participar do Movimento e cativá-la a tal ponto que prossiga interessada do Escotismo durante todo o dia.

No dia seguinte, a criança ou o jovem não irá lembrar-se de nada do que aconteceu, nem reconhecerá o seu Chefe Escoteiro. Porém, sem desistir ou desanimar, o Escotista deverá elaborar uma atividade diferente, atraente, variada e progressiva.

Querendo ou não, meus amigos, o que os educadores fazem, cotidianamente, nos Grupos Escoteiros não é muito diferente disso (tirando a amnésia pela qual passava a personagem). Digo isso, pois, temos que pensar e repensar as atividades para que as crianças e jovens que participam do Escotismo sejam instigadas a voltar no sábado seguinte com a mesma ou com mais motivação ainda. E, muitas vezes, tão empolgadas que tragam junto vizinhos, colegas, amigos ou parentes.

Lembram da “velha” técnica de deixar com gostinho de quero mais?

E vale, aqui, abrir um parêntese muito importante: motivação = motivar+ação. Pense nisso também.

De certa forma, os educadores devem agir Como se fosse a primeira vez, para conquistar a criança ou o jovem a cada atividade escoteira, de modo lúdico e responsável, para que o Grupo Escoteiro seja um local agradável, inspirador e motivador.


 

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