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Pensei inúmeras formas para começar este post e nenhuma delas me soou melhor do que com a carta que foi encontrada em meio aos papéis de BadenPowell depois de sua morte em 8 de janeiro de 1941, aquela que conhecemos com “A última mensagem”.

“Tenho levado uma vida cheia de felicidades, e desejo que cada um de vocês tenha também uma vida igualmente feliz.

Creio que Deus nos colocou neste delicioso mundo para sermos felizes e saborearmos a vida.

A felicidade não vem da riqueza, nem do sucesso profissional, nem do comodismo da vida regalada e da satisfação dos próprios apetites.

(…)

Fiquem contentes com o que possuem e tirem disso o melhor proveito. Vejam o lado bom das coisas em vez do lado pior.

Mas, o melhor meio para alcançar a felicidade é proporcionando aos outros a felicidade.

Procurem deixar este mundo um pouco melhor do que o encontraram, e, quando chegar a hora de morrer, poderão morrer felizes sentindo que pelo menos não desperdiçaram o tempo e que procuraram fazer o melhor possível. Deste modo estejam “bem preparados” para viver felizes e para morrer felizes.

Mantenham-se sempre fiéis à sua Promessa Escoteira, mesmo quando já tenham deixado de ser rapazes, e Deus ajude a todos a procederem assim.”

Esta é uma carta que li e reli várias vezes quando Escoteiro, Sênior, Pioneiro e Escotista. Uma carta com a qual me identifico e que me veio à lembrança no último sábado, quando meu filho mais novo, Martin, fez a sua promessa como Lobinho do Grupo Escoteiro Arno Friedrich.

Quando B-P diz ter certeza que Deus (seja ele qual for) nos colocou no mundo para sermos felizes e para saborearmos a vida, sempre fiéis à Promessa e à Lei Escoteira, tenho certeza de que vislumbrava a realização pessoal do ser humano. Maior era a minha, ao ver seu filho, de apenas 6 anos de idade, emocionado e emocionando todos que assistiam à cerimônia.

A convicção daquela pequena figura, ao repetir o texto da Promessa, sem precisar do auxílio do seu Akelá, pois estudado e reestudado durante toda a semana, deixou-me com a certeza de que o caminho que tenho trilhado preparou-me para ser feliz e para viver a felicidade que o Escotismo tem, em conjunto com minha família.

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