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Neste final de semana, enquanto apresentava um workshop sobre Captação de Recursos para o XXXVI FÓRUM REGIONAL PIONEIRO, realizado na sede do Grupo Escoteiro Dom Bosco, dei-me conta da dificuldade desta tarefa para o Movimento Escoteiro.

Nem sempre todo o esforço de um  Grupo Escoteiro para fazer seu registro no CNPJ, nos Conselhos Municipais da Criança e Adolescente, na busca pelo título de Utilidade Pública se converte em dinheiro.

E quando isso ocorre, o trabalho é ainda maior para fazer prestação de contas, para destinar os recursos ao que efetivamente estava previsto.

De forma alguma quero “jogar um balde de água fria” nas ideias e projetos que rondam por aí.

Ao contrário, acho que devemos nos fortalecer. Temos muitas informações que acabam perdendo-se de um Grupo para o outro. E isso gera retrabalho.

Também, tenho plena ciência de que precisamos refletir muito sobre o valor do Movimento Escoteiro na nossa sociedade para que possamos convencer os futuros patrocinadores.

Dia destes, um grande empresário gaúcho perguntou porque alguém daria dinheiro para o Movimento Escoteiro? O que os Escoteiros fazem para merecer um investimento destes?

São perguntas como essas que temos que estar aptos à responder. Não apenas com retóricas, mas com exemplos práticos, como aquele que consta do Relatório Anual 2011 dos Escoteiros do Brasil.

Temos que mostrar que, realmente, somos EDUCAÇÃO PARA A VIDA, que vale à pena investir no Movimento Escoteiro e no futuro de milhares de crianças que farão deste mundo um lugar melhor.

 

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